quarta-feira, maio 16, 2007

Telepatia virtual?

1. Clicar na imagem para aceder a The Flash Mind Reader.
2. Escolher um número de dois dí­gitos ao acaso.
3. Somar os dois dígitos desse número.
4. Subtrair ao número o resultado da nossa soma.
5. Ver o sí­mbolo que corresponde ao número obtido.
6. Clicar no cí­rculo azul e... a máquina lê a sua mente!

ps: não é magia, é matemática.

quarta-feira, maio 09, 2007

O dia da Europa na nossa Escola

No dia 9 de Maio de 1950, Robert Schuman apresentou uma proposta de criação de uma Europa organizada, requisito indispensável para a manutenção de relações pacíficas.

Esta proposta, conhecida como "Declaração Schuman", é considerada o começo da criação do que é hoje a União Europeia.

Actualmente o dia 9 de Maio tornou-se um símbolo europeu (Dia da Europa) que, juntamente com a bandeira, o hino, a divisa e a moeda única (o euro), identifica a identidade política da União Europeia. O Dia da Europa constitui uma oportunidade para desenvolver actividades e festejos que aproximam a Europa dos seus cidadãos e os povos da União entre si.

Também a nossa escola se associa à celebração do Dia da Europa, promovendo uma série de iniciativas organizadas pelo Departamento de Ciências Sociais e envolvendo a comunidade educativa.


Os símbolos da Europa:
bandeira
hino
divisa
o euro

quarta-feira, maio 02, 2007

1.º de Maio


Perguntas de um operário letrado

Quem construiu Tebas, a das sete portas?
Nos livros vem o nome dos reis,
Mas foram os reis que transportaram as pedras?
Babilónia, tantas vezes destruida,
Quem outras tantas a reconstruiu? Em que casas
Da Lima Dourada moravam seus obreiros?
No dia em que ficou pronta a Muralha da China para onde
Foram os seus pedreiros? A grande Roma
Está cheia de arcos de triunfo. Quem os ergueu? Sobre quem
Triunfaram os Césares? A tão cantada Bizâncio
Só tinha palácios
Para os seus habitantes? Até a legendária Atlântida
Na noite em que o mar a engoliu
Viu afogados gritar por seus escravos.

O jovem Alexandre conquistou as Indias
Sózinho?
César venceu os gauleses.
Nem sequer tinha um cozinheiro ao seu serviço?
Quando a sua armada se afundou Filipe de Espanha
Chorou. E ninguém mais?
Frederico II ganhou a guerra dos sete anos
Quem mais a ganhou?

Em cada página uma vitòria.
Quem cozinhava os festins?
Em cada década um grande homem.
Quem pagava as despesas?

Tantas histórias
Quantas perguntas

quarta-feira, abril 18, 2007

A Sociedade de Consumo

Os formandos do curso EFA (Educação e Formação de Adultos) do Agrupamento Escolas Egas Moniz, de Guimarães, propuseram-se abordar o tema de vida «A sociedade de consumo». No âmbito das questões geradoras «Consumimos muito, pouco ou o necessário?», «Compro por pressão da publicidade?» e «Onde comprar?», deliberaram concluir a sua formação com uma actividade integradora consistente na aquisição de determinados produtos, em diferentes estabelecimentos comerciais com o objectivo de compararem o preço dos produtos nos diversos estabelecimentos e publicitarem as suas conclusões.
Resolvidas as questões prévias, como definição de um conjunto significativo de produtos acessíveis e de primeira necessidade identificados com o mesmo código de barras, escolha de estabelecimentos comerciais mais frequentados, escolha da mesma data para a realização das compras, procedeu-se, no dia 6 de Janeiro, à segunda etapa do processo – realização das compras.

Certas dificuldades foram encontradas, a saber, alguns produtos não estavam disponíveis em todos os estabelecimentos e outros produtos estavam identificados com códigos de barras diferentes dos previamente escolhidos. Isso obrigou à suspensão de alguns produtos e de dois estabelecimentos previamente seleccionados.

Passando à etapa seguinte, todos os produtos foram rigorosamente etiquetados com a identificação do estabelecimento de origem.

Finalmente, procedeu-se à conclusão do trabalho com a elaboração dos gráficos que se seguem, para fácil leitura do preço praticado em cada estabelecimento visitado.

Deste relatório, previamente à sua publicação no jornal “Dom Egas”, foi dado conhecimento a todos os estabelecimentos envolvidos e mencionados no estudo.

(Curso EFA, B2 – Agrupamento de Escola Egas Moniz – Guimarães)








quarta-feira, abril 11, 2007

Portugal:revolução e transição para a democracia


Se recuássemos uns anos, até antes do 25 de Abril de 1974, não reconheceríamos Portugal.

Não havia liberdade. Existia censura, a actividade política, associativa e sindical era quase nula e controlada pela polícia política, havia presos políticos, a Constituição não garantia os direitos dos cidadãos, Portugal mantinha uma guerra colonial e encontrava-se praticamente isolado na comunidade internacional.

A informação e as formas de expressão cultural eram controladas, fazia-se uma censura prévia que abrangia a Imprensa, o Cinema, o Teatro, as Artes Plásticas, a Música e a Escrita. Não havia Liberdade.

A actividade política estava condicionada, não existiam eleições livres e a única organização política aceite era a União Nacional/Acção Nacional Popular. A oposição ao regime autoritário de Salazar e depois de Marcelo Caetano, era perseguida pela polícia política (PIDE/DGS) e tinha de agir na clandestinidade ou refugiar-se no exílio.

Os oposicionistas, sob a acusação de pensarem e agirem contra a ideologia e prática do Estado Novo, eram presos em cadeias e centros especiais de detenção (Caxias, Aljube Tarrafal). Não havia Liberdade nem Democracia.

A Constituição não garantia o direito dos cidadãos à educação, à saúde, ao trabalho, à habitação. Não existia o direito de reunião e de livre associação e as manifestações eram proíbidas. Não havia Liberdade.

Portugal estava envolvido na guerra colonial em Angola, na Guiné e em Moçambique, o que gerou o protesto de milhares de jovens e se transformou num dos temas dominantes da oposição ao regime, com especial realce para os estudantes universitários. Não havia Liberdade nem Paz.

Hoje é difícil imaginar como era Portugal antes do 25 de Abril de 1974. Mas, se pensarmos que, por exemplo, as escolas tinham salas e recreios separados para rapazes e raparigas, que muitos discos e livros estavam proíbidos, que existiam nas Rádios listas de música que não se podia passar, que havia bens de consumo que não se podiam importar, que não se podia sair livremente do país, que sobre todos os rapazes de 18 anos pairava o espectro da guerra, será mais fácil compreender porque é que a Mudança teve de acontecer e como é que Portugal se tornou diferente.

(Centro de Documentação 25 Abril / Universidade de Coimbra)

quarta-feira, março 21, 2007

A Primavera em Guimarães

Magnólia em flor na Praça de S. Tiago.

No dia Mundial da Poesia, chegou a Primavera

Já chegou a Primavera
vestida de alegre cor
tão verde, da cor da hera
traz uma esperança de amor.

A Primavera chegou!
Traz a cor do céu azul

O Sol ameno levou
a tristeza para o Sul

Quando chega a Primavera
fica mais belo o jardim.
Tão colorido. Oh! Quem dera
a Primavera sem fim.

Vou sentir na Primavera
aquele amor verdadeiro
O amor que sempre

espera ser um dia

o derradeiro.



(Alberto Caeiro, Guardador de Rebanhos)

quarta-feira, março 14, 2007

Jackson Pollock (1912-1956)

Jackson Pollock foi um dos mais importantes pintores americanos do séc. XX, sendo considerado o expoente máximo e radical do expressionismo abstracto.


Pollock utilizava sempre o sistema de dripping , ou seja o espargir directo de um tubo ou balde do qual cai a tinta. Esta vai cobrindo uma e outra vez a superfície da tela estendida horizontalmente no chão, daí resultando um denso emaranhado linear sem qualquer controlo ético ou estético, por vezes caótico.

Pollock teve o mérito incontestável de gerar o movimento da Action-Painting, termo que deriva de uma das características principais deste tipo de pintura: a velocidade de execução, o gesto, ou, o que é o mesmo, a pintura de acção.

A Action Painting retoma, também, o conceito central do surrealismo, que André Breton elaborou entre 1924 e 1929: o automatismo.

Pinta o monitor, à maneira de Pollock!


Clica na imagem e começa a atirar tinta para o monitor.

Jakson Pollock by Miltos Manenas, original flash animation by Michal Migurski.

quarta-feira, março 07, 2007

Romance

Meu amor,
Tu que fazes o meu mundo girar,
Não me deixes só,

O teu calor,
Aquece o meu rosto no Inverno,
O teu beijo,
Enreda-me num conto de fadas,
Os teus braços,
São o meu refúgio,
A tua voz,
A melhor declaração de amor do poeta.

Tu,
Tu que me olhas com ternura,
Tu que sempre disseste,
Amo-te,
Abraça-me e não me largues,
Pois eu apenas vivo para te ter,
O teu amor,
Acalma-me a alma,
Acelera o meu coração,

Tu,
Dás-me razões para viver,
E para te amar …

(Cátia Martins - 9.º G)

sexta-feira, março 02, 2007

Concurso "Mensagem de amor"


1º Lugar

No avião dos sonhos,
Vi-te desenhado no horizonte
Chorei lágrimas de amor,
Lágrimas de uma bela fonte.

Eras brilhante como o sol
Que custava olhar de gente
O meu grande coração
Era uma chama incandescente.

Os teus lábios eram rubis
Finos e vermelhos
Eram bonitos e simétricos
Que mais pareciam espelhos.

Quando vieste ao meu encontro
Nem conseguia respirar
Estava tão paralisada
Como o teu misterioso olhar

O amor é um labirinto
Difícil de solucionar
Mas aquilo que por ti sinto
Fez a solução chegar.

Ana Carolina Oliveira, 6º B, Nº 1



2º Lugar

O teu olhar é brilhante,
O teu sorriso um sol radiante.
Doce como o mel é a tua voz.
Fico doido quando estamos sós.

João Francisco Nogueira Oliveira, 6º B


3º Lugar

Não é muito
Mas é tudo o que tenho…

Não é mel
Mas é doce…

Não é algodão
Mas é fofo…

É um beijo meu
Enviado especialmente para ti
Com muito carinho e amor

Quando te sentires só
Pega no telemóvel
Escolhe o meu número!
Escreve um SMS!
E envia para mim.

Cláudia Sofia Monteiro Freitas, 5º D

quarta-feira, fevereiro 28, 2007

quarta-feira, fevereiro 07, 2007

Logótipo para a Escola - Regulamento do Concurso


Está aberto concurso para a criação de um novo logótipo para a nossa Escola.

Eis o regulamento:


1. Tema
O tema do concurso é um “Logótipo para a Escola”.

2. Participação
O concurso destina-se a todos os jovens a frequentar o nono ano de escolaridade, a frequentar o estabelecimento de ensino.

3. Trabalhos admitidos a concurso
O trabalho deve ser elaborado individualmente.
Cada aluno só pode apresentar uma proposta.
O trabalho deve ser apresentado numa folha de dimensão A4 ou A3.
Os trabalhos a concurso deverão estar em condições de ser expostos.

4. Identificação dos trabalhos
No verso de cada trabalho deverão constar, em letra legível, os seguintes dados:
- Nome
- Turma
- Número

5. Data limite da recepção dos trabalhos
Os trabalhos deverão ser entregues ao professor de Educação Visual ou na Biblioteca Escolar até ao dia 16 de Fevereiro de 2007, até às 17.00horas.

6. Júri
O júri será composto por um docente do 9.ano de escolaridade da Disciplina de Educação Visual, um elemento do Departamento Curricular de Artes Visuais, o Coordenador da Biblioteca Escolar ou quem este designar.
Até ao dia 26 de Fevereiro o júri seleccionará três trabalhos.
A decisão do júri é incontestável e não é passível de recurso.
Um trabalho será escolhido e afixado em local a designar e divulgado a todos os utentes da escola pelos meios disponíveis e considerados mais adequados.
O júri informará apenas o premiado.

§ O júri considera-se no direito de não escolher nenhum trabalho dos apresentados a concurso para "logótipo da escola".

7. Direitos e responsabilidades
Os trabalhos não serão devolvidos aos concorrentes. Deverão os autores proceder ao seu levantamento na Biblioteca Escolar.
A organização não se responsabilizar por qualquer dano ou extravio, durante o período em que os trabalhos estão à sua guarda ou eventual exposição a realizar na escola.
Os concorrentes não terão direito a qualquer benefício pela utilização da sua proposta pela escola.
A escola é detentora de todos os direitos sobre a reprodução dos trabalhos.

8. Prémios
Não está prevista a atribuição de qualquer prémio.

quarta-feira, janeiro 31, 2007

Pensamentos

Suavemente leve como brisa ,
Meu pensamento me guia ,
Esse morcego voa lentamente sem destino ,
Minhas memórias me atormentam ,
Como o anjo-da-guarda de vigia ,
" Que o teu coração e todo o seu ser ,
Desejem a minha pessoa conhecer "
Era esse o meu pedido ,
Meu coração dirige-se subitamente para ti ,
O véu da noite se fecha para mim ,
Juntamente com a brilhante Lua .

Fala orgulhosamente ,
Sem possível agonia ,
Ri na minha cara ,
Com pesar no seu riso ,
Espera-me vagamente ,
No outro lado do rio ?

(Cátia Martins - 9.º G)

sexta-feira, janeiro 05, 2007

6 de Janeiro: dia das Reisadas

Cantar os Reis constitui uma tradição ancestral intensamente vivida entre os dias 6 e 19 do primeiro mês do ano. Mais uma vez, tal como acontece há largos anos, a Câmara Municipal de Guimarães promove as Reisadas, numa iniciativa que conta com a indispensável participação de grupos musicais de Guimarães.

Com raízes no universo religioso (adoração dos Reis Magos a Jesus), as luzes do profano se encarregaram de lhe dar novos matizes.

"Reclamar a parte de Deus" de porta em porta tem sido motivação e objectivo de todos quantos, durante aproximadamente 15 dias, calcorreiam os caminhos do Concelho, contribuindo decisivamente para manter uma tradição secular que imposta salvaguardar.

Tem sido este o objectivo da Câmara Municipal, ao promover desde há largos anos as Reisadas, para o que contámos com a indispensável participação de grupos musicais de Guimarães.

As Reisadas, para além de preverem circuitos que levam os grupos participantes a percorrer muitas artérias da Cidade e a visitar muitas das suas instituições sociais, terminavam habitualmente com um concurso de reis, que se desenrolava de acordo com um regulamento aprovado pela Câmara Municipal.

O principal momento das Reisadas de 2007 decorrerá a partir das 21 horas de sábado, dia 6 de Janeiro, no Largo da Oliveira.

A partir de informação da Câmara Municipal de Guimarães

quarta-feira, janeiro 03, 2007

Padrão

(Rui Jorge, 7.º A)
(Rui, 7.º A)
(Pedro Fernandes, 7.º A)
(Ângela, 7.º A)
(Ana Rita, 7.º A)

Dia da Declaração Universal dos Direitos Humanos - 10 de Dezembro


O Grupo de EMRC em colaboração com a Equipa Dinamizadora da Biblioteca, decidiu assinalar o Dia da Declaração Universal dos Direitos Humanos, no passado dia 10 de Dezembro.

A efeméride foi assinalada com uma exposição de trabalhos, efectuados pelos alunos do 6º ao 9º anos que aderiram de uma forma entusiasta.

Nos trabalhos apresentados, foram diversos os temas apresentados. Nomeadamente, o direito à vida, à liberdade, à união entre os povos de diferentes raças, ao respeito mútuo, entre outros.

A iniciativa foi gratificante, especialmente pela resposta positiva dos alunos, perante o desafio que lhe foi colocado. Uma resposta que permite concluir sobre a necessidade de desenvolver as relações amigáveis entre todos e cada um. É igualmente importante reconhecer a dignidade inerente a todos os elementos da família humana, dos seus direitos iguais e inalienáveis.

Com esta iniciativa, assinalou-se a Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em 1948, no dia 10 de Dezembro.

Bem hajam, pois, os alunos que aderiram à iniciativa.

segunda-feira, dezembro 18, 2006

BD: Um Natal especial

[Clique nas imagens para ampliar]

(Pedro R. | 9.º B - N.º 23)